Operação de transmissão ao vivo multicâmera da RDZ.
Transmitir um evento ao vivo multiplica o público: uma convenção para 500 pessoas pode ser vista por milhares. Mas uma live corporativa precisa de mais do que uma câmera e boa vontade.
LinkedIn ou YouTube?
O LinkedIn é ideal para eventos B2B: lançamentos, painéis, anúncios de resultados. A transmissão aparece para a rede de contatos profissionais da empresa e dos funcionários. O YouTube é melhor para eventos longos, com muitas palestras, e para quem quer deixar o conteúdo disponível depois. Dá para transmitir nos dois ao mesmo tempo.
O que é preciso
Câmeras e corte
Uma live profissional usa de duas a quatro câmeras: uma geral do palco, uma fechada em quem fala e outras para plateia e detalhes. Um switcher, a mesa de corte, alterna entre elas ao vivo e insere slides, vinhetas e o nome de quem está falando.
Áudio
Áudio ruim derruba qualquer transmissão. O ideal é receber o som direto da mesa do evento e fazer uma mixagem própria para a live.
Internet
Para eventos importantes, recomenda-se link dedicado e uma segunda conexão de reserva. Teste a velocidade de upload antes, no mesmo horário do evento.
Plataforma
No LinkedIn, a transmissão é feita por ferramentas parceiras e a página precisa ter o recurso de live liberado. No YouTube, o canal precisa estar habilitado para transmissões, o que pode levar até 24 horas na primeira vez.

Checklist para o dia
- Teste completo de imagem, som e internet uma hora antes.
- Tela de espera com a marca antes de começar.
- Moderador para responder o chat.
- Gravação local de segurança.
- Cortes das palestras para publicar depois.
A Radicalize faz transmissão ao vivo de eventos em São Paulo, Alphaville e todo o Brasil, com equipe técnica própria.
Veja na prática, em projetos da Radicalize
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